Amor Doce: Ecos de Força em Olhares Cruzados

O poema "Amor Doce" celebra a intersecção entre o amor e a resiliência feminina, explorando conexões profundas e a força emocional através de encontros significativos.

“Amor doce”, suspiram os olhos que se encontram,
Na vastidão de uma multidão que parece desaparecer.
Duas almas que, sem palavras, se reconhecem e conectam,
Neste mundo vasto, a força feminina a florescer.

Os olhos se cruzam, e um arrepio toma conta,
Uma faísca que em segredo, em silêncio, se acende.
Mais do que um encontro, é uma promessa que aponta
Para uma jornada onde o amor doce se estende.

A história não é nova, mas cada vez é única,
Mulheres fortes, resilientes, em cada passo, cada escolha.
O amor doce não é mero acaso ou fábula,
É poder, é resistência, é uma voz que ecoa.

É nesse olhar que a magia acontece,
Onde o doce sabor do amor desafia a adversidade.
Elas, portadoras de sonhos que o mundo esquece,
Transformam cada gesto em uma oportunidade.

Amor doce, é verdade, é luta, é poesia,
É o encontro de duas almas que contra o mundo se erguem.
Não apenas sobrevivem, mas na luta se guiam,
Por caminhos que só os corações valentes enxerguem.

Este amor doce é feito de pequenos grandes atos,
De coragem, de lutar contra o que está destinado.
É sobre mulheres que, apesar dos impactos,
Se levantam, firmes, decididas e ao lado.

A prova está no olhar, na força compartilhada,
No amor que nasce e renasce, resiliente como o dia.
Mulheres que pela própria vida são apaixonadas,
Que enfrentam cada desafio com audácia e harmonia.

E aqui, agora, neste instante e nesta rima,
Fecho com um convite ao amor doce, ao reconhecimento.
Que cada mulher encontre no amor a estima,
E no espelho de outra alma, seu próprio acolhimento.

Que este poema seja um reflexo, uma chama,
Que inspira e convida a olhar além do óbvio, do superficial.
Que o amor seja o símbolo da mulher que proclama:
“Eu sou força, sou amor, sou infinitamente essencial.”

Soneto do Amor Doce e Ardente