Amor Oculto: A Dança Silenciosa do Toque

O poema "Amor Oculto" destaca o poder sutil do amor não revelado, enfatizando a força emocional e a resiliência das mulheres através de gestos delicados.

“Amor oculto”, sussurra o toque de mãos que se encontram,
Um calor suave, uma corrente de eletricidade sutil,
Nesse gesto discreto, uma força se desenha,
Na dança das linhas das mãos, um destino construído.

Atenção ao leve tremor que percorre a pele,
No simples contato, o mundo se transforma.
Um amor oculto, profundo, que ninguém repele,
Na conexão das mãos, uma tempestade se forma.

Interesse na história não contada, no segredo compartilhado,
No olhar que segue o gesto, na esperança disfarçada.
Amor oculto, em cada silêncio, um diálogo iniciado,
Na força de uma mulher que ama sem dizer nada.

Descrição desse toque, onde corações se falam,
Onde a coragem se veste de vulnerabilidade.
Amor oculto, que nas sombras se exalta,
Revelando a força de amar na mais pura privacidade.

Persuasão na certeza de que o amor pode esperar,
Que o verdadeiro sentimento não precisa de palco ou luz.
Amor, que escolhe no silêncio se declarar,
Encontrando na resistência, um caminho que conduz.

Prova em cada olhar trocado, em cada gesto pequeno,
Na força da mulher que persiste, que sustenta o invisível.
Amor oculto, mais forte por ser sereno,
Na resiliência de um sentimento indescritível.

E no close desta trama, onde o amor floresce,
Faço um convite a sentir, a reconhecer essa eletricidade.
Que mesmo escondido, o amor não perece,
Cresce em silêncio, com força, coragem, e verdade.

Que cada toque nas mãos seja uma revelação,
Um momento de calor, de conexão, de eternidade.
Amor oculto não é sombra, mas fundação,
Da história de uma mulher, de sua inquebrantável capacidade.